sexta-feira, 7 de junho de 2013

Negócio de cobrança

Boa Tarde!
Carta de incumbências,
Da esquina,

Indigesta poesia.

Ondas, micro algarismos
Número e rua, casa
Um bairro

Cidade dos esquentados.

Alerta! Alerta!
Ato de despejo
Prato na mesa, querida.

É arroz gelado.

Um comentário:

  1. Sinto saudade de seus textos, um escritor não morre nunca, só se cala.
    Volta, fala...
    O mundo precisa da sua voz,
    por mais que pareça não ouvida,
    uma vez sentida não é facilmente esquecida,
    ela se esconde na alma,
    até a gente esquecer que ela está ali,
    mas ela soma,
    e cria parcela da David,
    parcela de Maria e de João.

    Escreve e viva mais uma canção,
    que o meu pouco texto te sopre as brasas...

    Com carinho um amigo distante,
    que te acompanhou no começo,
    e te guardou na estante.

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